Inovação e Planejamento em tempos de pandemia

A importância do planejamento está exatamente na necessidade de criar nas empresas, um ambiente propício para a criação de ideias inovadoras no mercado em que atuam. Melhorando dessa forma, seus pontos fracos, inovando em estratégias de marketing e relacionamento com clientes, e se destacando quanto aos concorrentes.

Essa Inovação depende do planejamento estratégico. Nesse sentido, é preciso focar nessa intenção e identificar oportunidade de negócio, que estejam alinhadas às estratégias da empresa e sua capacidade de operação, para transformá-las em produto, serviço ou processo com diferencial competitivo no mercado.


Utilizar o planejamento como ferramenta administrativa permanente
alicerçado por projetos inovadores, é característica das empresas
mais estáveis do mercado.

No entanto, nenhuma empresa, não importando o tamanho, pode
prever, no planejamento para 2020, o presente que estamos vivendo com a pandemia. O cenário de um dia para o outro, ficou volátil, incerto, complexo e ambíguo.

O denominador comum à todas as projeções futuristas é a incerteza. Mas isso não foi, nem é motivo para as máquinas pararem.

De um lado, há empresas que, lamentavelmente, fecharam as suas portas, outras continuam produzindo, vendendo, existindo e correndo atrás do prejuízo. Mas de outro, há empresas se reiventando, inovando, fazendo do limão uma limonada e sabe que está aprendendo muito com tudo isso e vai dar a volta por cima focando no futuro.

POR QUE SUA EMPRESA PRECISA DE UM DNA DE MARCA COM PROPÓSITO EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS?

Em tempos de crise, uma empresa que possui um DNA de Marca com propósito, pode ancorar-se em algo realmente mobilizador.

Acima de tudo, a empresa precisa ter um propósito que una as pessoas (colaboradores, parceiros e clientes).

Nesse vídeo, Eliane Doin descreve como o propósito é um ativo valioso para as empresas e para as pessoas, nessa jornada de vida.

Depois disso, quer saber como construir um DNA de Marca com propósito? Entre em contato com Eliane Doin no telefone/ whatsapp (41) 99114-7662. 🙂

As marcas no ambiente digital

Há 30 anos, não tínhamos, no Brasil, internet, celular, conexões WiFi ou banda larga. A população brasileira recebia, de maneira passiva, as mensagens em um ecossistema de mídia tradicional.


Brasil, 2019. Em um ambiente totalmente novo e multimídia, mais de 140 milhões de brasileiros são usuários ativos das redes sociais e passam 9h29 minutos por dia na internet, 41% acima da média global (6h42 minutos, segundo o relatório Digital em 2019, realizado pela We Are Social e Hootsuite).


A Internet revolucionou e transformou para sempre a forma como as
empresas se relacionam com seus públicos de interesse e, cada vez mais, o ambiente digital se torna um campo estratégico para a atuação das empresas, pois é capaz de agregar vantagem competitiva para as marcas. 

Atualmente, devemos pensar o consumidor como um agente
participativo, colaborativo, disseminador de informações e influenciador de opiniões, fatores que são decisivos quando se pensa no processo de construção de uma marca.

O tema da conversa com o Prof. Vivan abordou os desafios das marcas no ambiente digital e as melhores estratégias de adaptação no ecossistema online. O que vem por aí para as empresas fazerem uma gestão eficaz da comunicação no ambiente digital? Acompanhe a conversa na íntegra para entender mais.

Propósito com Empresarial: Empresas com propósito são mais rentáveis

O tema propósito empresarial, tem estado nas diferentes esferas do nosso cotidiano. 

Por que é tão difícil as empresas entenderem que, nas palavras de Larry Fink, CEO da Black Rock, “o propósito não é a busca de lucros, mas a força que anima as pessoas a buscá-los”.

As maiores empresas de hoje são movidas por paixão e propósito, não por dinheiro. Elas obtêm grandes lucros ajudando todos os seus stakeholders a prosperar, ou sejam : clientes, investidores, funcionários, parceiros, comunidades e sociedade. 

Essas organizações são raras e autênticas firmas de carinho. eles dizem que estas empresas, agem de maneiras poderosamente positivas e que os stakeholders reconhecem, valorizam, admiram e até as amam. Elas tornam o mundo melhor pela maneira como fazem negócios e o mundo responde.

No vídeo desta semana, faço uma análise ao artigo publicado na Meio & Mensagem em agosto de 2019, sobre “O que um propósito pode fazer pelo seu negócio.”

Acompanhe em nosso Youtube. 

Produtividade no ambiente organizacional com Prof. Cleuton Carrijo

Hoje há uma grande pressão pela produtividade com alta
performance no ambiente organizacional.

Não se pode errar!

Os verbos são produzir, dedicar, otimizar, entregar e lucrar.
A maioria das empresas, busca por resultados financeiros a
qualquer preço.

No entanto, há uma corrente de empresários, filósofos, economistas
e escritores postulando o Capitalismo Consciente.


Fundado para difundir uma nova forma de fazer negócio, mais
humanizado, que se alicerça num propósito e nos valores da
empresa a serem compartilhados com e pelos stakeholders.

Um dos movimentos é liderado por Raj Sisodia e Michael Gelb
autores do livro Empresas que Curam que discutem a forma como
a empresa se organiza e é gerida, e como responde às demandas
do meio externo. Falam de propósito como elemento fundamental
da gestão, e enxergam a empresa como uma força positiva no
planeta.


Larry Fink, CEO e cofundador da BlackRock a maior gestora de
ativos financeiros do mundo alerta para o fato de que a falta de um
senso de propósito social claro, está deixando as empresas menos
aptas a alcançar seus objetivos básicos de crescimento e
lucratividade.


Fink reforça a narrativa, dizendo que “o propósito não é a busca de
lucros, mas a força que anima as pessoas a buscá-los”. Explica que lucros não são de modo algum incompatíveis com o propósito – de fato, os lucros e o propósito estão conectados. 


Ele também postula que empresas que não atendem às necessidades da sociedade, ou que piora suas condições, torna-se mais vulnerável.

Assista ao bate-papo completo entre Eliane DOIN e o Prof. Cleuton Carrijo no Youtube ou Podcast.

Motivos para a segmentação de mercado

A segmentação de mercado é uma das decisões estratégicas mais importantes para o sucesso de qualquer negócio.

Mas, muitos empreendedores ainda questionam os motivos para dividir o mercado e direcionar o esforço para um público específico, e não para todo o mercado.


O vídeo dessa semana quer tratar desse assunto. Vai apresentar alguns dos principais motivos para a segmentação de mercado.


A segmentação de mercado é um recurso chave para uma empresa ou marca desempenhar melhor seu papel: entender mais profundamente o consumidor e entregar uma solução que “se encaixe” melhor em sua vida.

Até a conexão entre consumidores e marcas fica mais forte se a marca conseguir delimitar um alvo específico.

Assista o vídeo completo no Youtube!

Lealdade do consumidor à empresa.

A lealdade do cliente precisa ser uma das metas de qualquer negócio.

Não basta se esforçar para fazer negócio uma vez. É fundamental estabelecer um relacionamento para ter clientes sempre e isso refletir no valor da marca.

O vídeo dessa semana fala dos fatores ou forças que levam os clientes para a lealdade. Fala de aspectos como desempenho, conexão emocional e hábito.

Vale a pena entender como funciona os bastidores da lealdade do consumidor com as empresa ou marca. Experimente!

Você está conectado com seus clientes?

Você já parou pra pensar nisso? Você conhece bem seus clientes?

Tem acompanhado suas mudanças ao longo dos últimos meses?


Essa conversa é fundamental para a empresa não perder o bonde da história. E não precisa de uma pandemia para a empresa se interessar pelas motivações e receios dos consumidores. Muito pelo contrário, ela pode causar reflexão e mudanças de atitude da empresa. E aborda o uso de pesquisa para entender o presente e o futuro.


Assista o vídeo na íntegra, no Youtube, para entender o que a sua empresa deve fazer para não se afastar de seus clientes.

Desmistificando a análise de mercado

O que o futuro nos reserva? Como podemos, como empresas e profissionais, nos preparar para um futuro que, sabemos, não será idêntico ao passado nem ao presente? 


No mundo de hoje, ou você aprende a olhar para fora da empresa e entender o que está acontecendo e mudando, ou ficará para trás. Olhar para fora significa fazer uma análise do mercado. E isso serve para empresas de todos os portes, para profissionais de todas as atividades, e até para mim ou para você.


A Eliane e eu criamos o Repertório Marketing & Talks para oferecer reflexões e caminhos para os empreendedores e os profissionais de mercado. Para que ficassem mais ligados e pudessem transformar a si mesmos e suas empresas. Defendemos, acima de tudo, o ato de olhar para fora, de entender do mercado antes da tomada de decisão. 


Hoje eu faço análises de mercado para muitas empresas, visando apoiá-las no planejamento de marketing ou de comunicação. Parece óbvio, mas mesmo grandes empresas ainda carecem dessa postura, achando que sabem tudo pois estão atuando há décadas naquele ramo.


Mas o que é olhar para fora, afinal? Significa fazer uma análise de mercado.


E o que significa fazer uma análise de mercado? Trata-se de um mapeamento de algumas áreas que, se bem compreendidas, fazem com que as decisões da empresa se encaixem no que o mercado precisa ou no rumo que o setor está tomando. Aumentando muito as chances de sucesso.

o que compõe uma análise de mercado? É aqui que eu queria chegar. Vou enumerar as áreas e depois explicar cada uma rapidamente. A análise de mercado é composta por:

1) Uma análise interna da empresa

2) Uma análise das tendências que vão impactar o setor onde a empresa atua agora e no futuro

3) Uma análise do cliente-alvo do negócio

4) Uma análise da concorrência do negócio

5) Uma análise dos demais elementos do setor


Na análise interna da empresa, estamos mapeando as competências e fraquezas da empresa. Essa análise precisa ser feita sob o ponto de vista do cliente e não do dono da empresa. Então requer uma boa dose de humildade na análise.

Na análise de tendências para o presente e futuro, é necessário se perguntar: quais mudanças estão acontecendo ou vão acontecer em breve no meu setor de negócios, que têm impacto nas empresas que atuam com isso? Muitas empresas morrem por não perceber e por não se adequar às mudanças. 


Aqui vale observar tendências e contextos econômicos, de mudanças geográficas do mercado, das tecnologias envolvidas naquela atividade, das leis que regem o setor, e com certeza dos gostos e preferências das pessoas, que mudam com o tempo. É necessário disciplina e sensibilidade para identificar e acompanhar as tendências.


Na análise do cliente que é alvo da empresa, vale traçar seu perfil pessoal e de comportamento. Procurar entender suas motivações para comprar o que a empresa vende, e sua relação com os produtos e serviços daquela categoria, incluindo aqui os critérios que ele usa para decidir entre uma marca e outra. 


Ainda faremos outro vídeo sobre isso, mas é necessário ver nos clientes aquilo que é invisível a “olho nu”: como ele pensa, como ele vê as marcas, quem o influencia, entre outras coisas.


Na análise da concorrência, uma dica: é preciso mapear não apenas que vendem aquilo que a sua empresa vende, mas mapear também outros negócios ou produtos que resolvem a mesma necessidade que seu produto ou serviço resolve, e que por isso podem concorrer e conquistar aquele consumidor para si. Depois de mapeados, os é necessário identificar pontos fortes e fracos destes concorrentes diretos e indiretos.


E existe ainda a necessidade de observar outros elementos do setor onde a empresa atua, que podem ser fundamentais: se existirem, é necessário entender os canais de distribuição ou revendedores que comercializam aquele tipo de produto, o que pensam e como indicam as marcas para os clientes. 


É necessário observar se existem fornecedores, de insumos ou componentes, nesse mercado, que são poderosos ou podem ter impacto no meu desempenho junto aos clientes. 
E é necessário verificar se não existem públicos influenciadores no setor, como o médico no caso da venda de medicamentos, ou arquitetos no caso de materiais de decoração, que podem ser decisivos e cuja opinião precisa ser entendida.


Se precisar de apoio para fazer análises e pesquisas de mercado, entre em contato conosco no whatsapp (47) 99199-8221. Quero te ajudar ou pelo menos orientar como for possível.

Posicionamento da marca olhando o próprio umbigo: você está fazendo isso errado!

O posicionamento de mercado é uma das expressões mais abordadas nas discussões sobre marketing. Mas a maioria das empresas quando fala do posicionamento está decidindo pelo próprio umbigo, e está fazendo isso errado. Vou te explicar isso direito.

O conceito de posicionamento da empresa ou da marca é fundamental em um mundo com tantas opções e tudo muito parecido.  Faz sentido. O posicionamento é o grande trunfo para uma marca que está entrando no mercado ganhar seu espaço e é a plataforma para uma marca forte manter sua liderança de mercado e na mente dos consumidores.

Mas qual a armadilha que eu vejo se repetir na hora de construir um posicionamento?

Para decidir o posicionamento, muitas empresas estão partindo da seguinte pergunta: qual o meu diferencial? Uma vez respondida essa pergunta, a empresa adota a resposta como o posicionamento de mercado. Na cabeça de muitos empresários, se a marca é boa naquilo, naquele atributo que salta aos olhos ou em algo que recebe elogios, aquilo naturalmente será o argumento principal e o posicionamento que visa diferenciá-la.

Um posicionamento construído rápido e facilmente, com base no diferencial que eu identifiquei. Parece coerente.

No entanto, essa construção de posicionamento é um atalho perigoso. Nunca olhe para o próprio umbigo na hora de definir aquele que vai ser o seu principal argumento para convencer alguém a comprar a marca.

Jaime Troiano afirma em seu recente livro que posicionamentos bem sucedidos são conquistados à custa de muita reflexão. E existem duas áreas básicas que precisam ser exploradas antes de olhar para dentro da própria marca: os consumidores-alvo e os concorrentes.

Em primeiro lugar, é necessário mergulhar na vida e no comportamento do consumidor-alvo definido pela marca. Quais as motivações para o consumo daquela categoria, o que ele leva em consideração para escolher uma marca entre as concorrentes disponíveis. Qualquer raciocínio de posicionamento precisa partir dos consumidores e suas percepções e necessidades.

Em segundo lugar, é necessário mapear e observar os concorrentes que efetivamente vão brigar por este mesmo consumidor-alvo, levantando os pontos fortes e fracos destes concorrentes. Tem momentos em que os concorrentes não são apenas aqueles que fazem o mesmo que a marca faz, mas alternativas que vem na mente dos consumidores para resolver a mesma necessidade.

Com esse conhecimento de consumidores e concorrentes, fica definido qual o território ou quadro de referência onde vai se dar a competição.

Agora sim vale a pena uma análise dos pontos de diferenciação da empresa ou marca. Esse ponto de diferenciação pode ser escolhido como argumento central do posicionamento se conseguir cumprir duas metas: o consumidor precisa ser favorável a tal argumento, precisa convencê-lo com ele, e o argumento precisa ser diferente do que a concorrência já faz ou fala no mercado.

O fato de a marca fazer bem alguma coisa não é uma condição para essa coisa se transformar em posicionamento. Pode ser que aquilo não seja decisivo para o consumidor. Pode ser que aquilo já seja feito e dito pelos concorrentes há algum tempo.

É pra se diferenciar, mas antes é necessário entender o território onde se dá a competição.

Empreender com a Cultura de Marketing!

Neste vídeo, Eliane Doin conversa com Luis Leigue, que está atuando na orientação de Empreendedores e mostra, na prática, a importância das conexões da empresa com o mercado, principalmente em conhecer, se importar e se relacionar com seus públicos de interesse.

Afinal marketing não é só propaganda.

Marketing não é gasto, é investimento.

Marketing é cuidar da marca para ela ser eterna.

Marketing serve para construir empresas melhores.

Na opinião do Gestor e Empreendedor Luis Leigue, “há uma trilha para o empreendedor percorrer para evoluir na sua cultura de marketing e inovação”.

Confira no Youtube ou Podcast toda a conversa.