Manifesto da Marca

Se você quer ter em mãos, o texto Manifesto da sua marca, um texto que lhe encha de orgulho e lhe dê forças para continuar contando a sua história e levar a sua empresa para o topo do mundo, assista este vídeo e veja como podemos lhe ajudar.

Para aprofundar o tema, compartilho este post sobre as características do DNA de Marca, que contribui para a construção do Manifesto da marca: https://repertoriotalks.com.br/dna-de-marca/as-caracteristicas-do-dna-da-marca/

Veja neste post o exemplo do Manifesto da Marca Altenburg: https://repertoriotalks.com.br/repertorio-de-videos/exemplo-de-dna-de-marca-altenburg/

Também, deixo disponível este PDF com 5 Manifestos de Marca, escritos por mim.

Os arquétipos e as personalidades das marcas

Os arquétipos são características que ajudam as marcas a criarem conexões com seus públicos de interesse. Mas, como projetar para a sua marca o melhor ou melhores arquétipos?

Assista o vídeo completo e conheça os arquétipos de marca, reconheça qual faz sentido para o seu negócio e saiba como utilizá-lo.

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Por que gerir uma empresa com um DNA de Marca com Propósito?

A gestão de uma empresa fica muito mais fácil com um DNA de Marca com Propósito. Neste vídeo, Eliane DOIN discorre sobre a os benefícios para uma empresa que se ancora num DNA de Marca e o utiliza como um guia na tomada de decisões.

Também traz depoimentos de empresas que fizeram o seu DNA de Marca com Propósito e viram nessa ferramenta uma forma mais objetiva, prática e ágil na gestão do negócio.

Veja o vídeo completo no Youtube:

Acesse o site www.dnademarca.com.br e conheça a Metodologia proprietária – DNA de Marca com Propósito.

Boticário LAB: Experiência do Consumidor

No vídeo desta semana, Professor Marcelo Ramalho nos traz um case de sucesso de como criar uma boa experiência mesmo em ambiente de loja física, com tecnologia, apelo sensorial e outras estratégias.

A loja modelo é o Boticário LAB, uma loja que foi criada justamente para testar a experiência do consumidor.


Assista ao vídeo e veja a ambientação da loja e, especialmente, os formatos de interações para envolver o consumidor com os produtos e a marca.


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As marcas no ambiente digital

Há 30 anos, não tínhamos, no Brasil, internet, celular, conexões WiFi ou banda larga. A população brasileira recebia, de maneira passiva, as mensagens em um ecossistema de mídia tradicional.


Brasil, 2019. Em um ambiente totalmente novo e multimídia, mais de 140 milhões de brasileiros são usuários ativos das redes sociais e passam 9h29 minutos por dia na internet, 41% acima da média global (6h42 minutos, segundo o relatório Digital em 2019, realizado pela We Are Social e Hootsuite).


A Internet revolucionou e transformou para sempre a forma como as
empresas se relacionam com seus públicos de interesse e, cada vez mais, o ambiente digital se torna um campo estratégico para a atuação das empresas, pois é capaz de agregar vantagem competitiva para as marcas. 

Atualmente, devemos pensar o consumidor como um agente
participativo, colaborativo, disseminador de informações e influenciador de opiniões, fatores que são decisivos quando se pensa no processo de construção de uma marca.

O tema da conversa com o Prof. Vivan abordou os desafios das marcas no ambiente digital e as melhores estratégias de adaptação no ecossistema online. O que vem por aí para as empresas fazerem uma gestão eficaz da comunicação no ambiente digital? Acompanhe a conversa na íntegra para entender mais.

Produtividade no ambiente organizacional com Prof. Cleuton Carrijo

Hoje há uma grande pressão pela produtividade com alta
performance no ambiente organizacional.

Não se pode errar!

Os verbos são produzir, dedicar, otimizar, entregar e lucrar.
A maioria das empresas, busca por resultados financeiros a
qualquer preço.

No entanto, há uma corrente de empresários, filósofos, economistas
e escritores postulando o Capitalismo Consciente.


Fundado para difundir uma nova forma de fazer negócio, mais
humanizado, que se alicerça num propósito e nos valores da
empresa a serem compartilhados com e pelos stakeholders.

Um dos movimentos é liderado por Raj Sisodia e Michael Gelb
autores do livro Empresas que Curam que discutem a forma como
a empresa se organiza e é gerida, e como responde às demandas
do meio externo. Falam de propósito como elemento fundamental
da gestão, e enxergam a empresa como uma força positiva no
planeta.


Larry Fink, CEO e cofundador da BlackRock a maior gestora de
ativos financeiros do mundo alerta para o fato de que a falta de um
senso de propósito social claro, está deixando as empresas menos
aptas a alcançar seus objetivos básicos de crescimento e
lucratividade.


Fink reforça a narrativa, dizendo que “o propósito não é a busca de
lucros, mas a força que anima as pessoas a buscá-los”. Explica que lucros não são de modo algum incompatíveis com o propósito – de fato, os lucros e o propósito estão conectados. 


Ele também postula que empresas que não atendem às necessidades da sociedade, ou que piora suas condições, torna-se mais vulnerável.

Assista ao bate-papo completo entre Eliane DOIN e o Prof. Cleuton Carrijo no Youtube ou Podcast.

Posicionamento da marca olhando o próprio umbigo: você está fazendo isso errado!

O posicionamento de mercado é uma das expressões mais abordadas nas discussões sobre marketing. Mas a maioria das empresas quando fala do posicionamento está decidindo pelo próprio umbigo, e está fazendo isso errado. Vou te explicar isso direito.

O conceito de posicionamento da empresa ou da marca é fundamental em um mundo com tantas opções e tudo muito parecido.  Faz sentido. O posicionamento é o grande trunfo para uma marca que está entrando no mercado ganhar seu espaço e é a plataforma para uma marca forte manter sua liderança de mercado e na mente dos consumidores.

Mas qual a armadilha que eu vejo se repetir na hora de construir um posicionamento?

Para decidir o posicionamento, muitas empresas estão partindo da seguinte pergunta: qual o meu diferencial? Uma vez respondida essa pergunta, a empresa adota a resposta como o posicionamento de mercado. Na cabeça de muitos empresários, se a marca é boa naquilo, naquele atributo que salta aos olhos ou em algo que recebe elogios, aquilo naturalmente será o argumento principal e o posicionamento que visa diferenciá-la.

Um posicionamento construído rápido e facilmente, com base no diferencial que eu identifiquei. Parece coerente.

No entanto, essa construção de posicionamento é um atalho perigoso. Nunca olhe para o próprio umbigo na hora de definir aquele que vai ser o seu principal argumento para convencer alguém a comprar a marca.

Jaime Troiano afirma em seu recente livro que posicionamentos bem sucedidos são conquistados à custa de muita reflexão. E existem duas áreas básicas que precisam ser exploradas antes de olhar para dentro da própria marca: os consumidores-alvo e os concorrentes.

Em primeiro lugar, é necessário mergulhar na vida e no comportamento do consumidor-alvo definido pela marca. Quais as motivações para o consumo daquela categoria, o que ele leva em consideração para escolher uma marca entre as concorrentes disponíveis. Qualquer raciocínio de posicionamento precisa partir dos consumidores e suas percepções e necessidades.

Em segundo lugar, é necessário mapear e observar os concorrentes que efetivamente vão brigar por este mesmo consumidor-alvo, levantando os pontos fortes e fracos destes concorrentes. Tem momentos em que os concorrentes não são apenas aqueles que fazem o mesmo que a marca faz, mas alternativas que vem na mente dos consumidores para resolver a mesma necessidade.

Com esse conhecimento de consumidores e concorrentes, fica definido qual o território ou quadro de referência onde vai se dar a competição.

Agora sim vale a pena uma análise dos pontos de diferenciação da empresa ou marca. Esse ponto de diferenciação pode ser escolhido como argumento central do posicionamento se conseguir cumprir duas metas: o consumidor precisa ser favorável a tal argumento, precisa convencê-lo com ele, e o argumento precisa ser diferente do que a concorrência já faz ou fala no mercado.

O fato de a marca fazer bem alguma coisa não é uma condição para essa coisa se transformar em posicionamento. Pode ser que aquilo não seja decisivo para o consumidor. Pode ser que aquilo já seja feito e dito pelos concorrentes há algum tempo.

É pra se diferenciar, mas antes é necessário entender o território onde se dá a competição.

Posicionamento da Marca e a sua vocação

Para posicionar uma marca realmente diferenciadora, comece com uma vocação muito bem desenhada através do DNA de Marca com Propósito na metodologia proprietária de Eliane DOIN.

Veja como fazer no vídeo dessa semana no nosso canal no Youtube.

Acesse o site www.dnademarca.com.br e conheça a Metodologia proprietária – DNA de Marca com Propósito.

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Satisfação do Consumidor: um conceito e muitas lições!

A Satisfação do consumidor é conceito fundamental nos negócios, e seu mecanismo pode ter impacto em nossas vidas pessoais!

Nesse vídeo, vem conhecer mais sobre esse aspecto do comportamento de consumo e entender como sua empresa ou marca pode ganhar com isso!!

Disponível no nosso Youtube.

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Branding e empreendedorismo querem a mesma coisa!

Dizem que a ciência em torno do empreendedorismo e do branding não estão conectadas. Que o empreendedor não pensa na marca quando idealiza um negócio. Que a gestão de marca não serve para pequenos ou novos negócios como funciona para empresas grandes.

Esse vídeo é para mostrar que em essência empreendedorismo e gestão de marcas querem a mesma coisa! Colocar em pé um projeto, um negócio (uma marca!) que seja único. E cujo aparecimento ou readequação tenha impacto no negócio como um todo.

Além disso, fala dos dois ingredientes essenciais para o nascimento de uma marca líder e sua manutenção.

Por fim, o tema virou uma conversa leve e rápida com o espectador, para te provocar a pensar o que deveria levar um empreendedor(a) a criar uma empresa/ marca.

Segue o vídeo (aproveita pra se inscrever no nosso canal no YOUTUBE!!):

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