Economia da Oralidade – parte 2

Nesta segunda e última parte da conversa com Jorge Cury Neto, precursor da ciência da Economia da Oralidade, conversamos sobre este tema inovador para que você possa valorizar o quanto a palavra falada influencia na maneira  como vivemos, pois é por meio dela que as pessoas, na maior parte do tempo, se  comunicam com o mundo externo. É através da voz que estabelecemos os nossos pontos de contato. Veja como planejar o Design da voz.

Assista aqui o vídeo no Youtube:

Ou, escute o nosso podcast:

Economia da Oralidade: o poder da palavra falada (parte 1)

Entrevista com Jorge Cury Neto, precursor da ciência da Economia da Oralidade.

Nessa conversa, iremos aprender sobre a importância de ouvir as pessoas de forma consciente, tentando interpretar a estética vocal com que seu interlocutor está proferindo as palavras que está dizendo, para que você tenha uma empatia profunda com seu interlocutor e entenda como ele funciona como pessoa.

Veja mais sobre a entonação e o significado das palavras e a importância do saber escutar assistindo às duas partes do vídeo.

Vídeo entrevista no youtube:

Ou escute o podcast:

A função do erro – Arriscar para aprender

Empresas apregoam aos seus funcionários que evitem erros e dão ordens quase sempre ameaçadoras: antes de agir, eles devem analisar com extremo critério todas as possibilidades e relacionar cuidadosamente os prós e os contras; devem investigar todas as alternativas, sendo reflexivos e ponderados, sem se esquecer de usar o caríssimo e complexo software de análise estatística, pois a qualquer deslize o bicho papão da demissão os pegará. Ora, ao cercear as possibilidades de erro, a empresa não inovará nem fará com que suas equipes sejam criativas – a maior exigência do mundo atual – e criará um bando de carneirinhos adeptos ao “Yes, Sir!”. Funcionários podem ser criativos em casa, na rua, com os amigos e com seus hobbies, mas ao bater o cartão ponto deixam de sê-lo. A ordem não se pode errar é a mesma de não se pode ousar, criar e inovar. Quem não está disposto a arriscar não vai ser criativo e inovador nunca.

Este contexto é contraditório, pois ao mesmo tempo em que se prega a necessidade da inovação solicita-se o extremo cuidado na tomada de decisões. É por isso que temos tanta gente com muita capacidade para dizer “não” e pouquíssima com capacidade para dizer “sim”. Hoje, as decisões, quando acontecem, são repartidas em comitês porque ninguém tem a coragem de se arriscar. Com isso emperram-se os processos, perde-se tempo e as oportunidades irão bater à porta da concorrência. Gente criativa não fica em empresa castradora; se ficar será tão infeliz que não vai ajudar em nada.

  Dirigentes precisam entender que produtos campeões nasceram muitas vezes de erros históricos e que foi preciso errar muitas vezes para se chegar a uma solução satisfatória. Não estou fazendo apologia as falhas grosseiras, chulas, advindas da falta de atenção ou do relaxo devem ser punidas. Erros oriundos de iniciativas de se fazer melhor devem ser incentivados. 

Não aprendemos com os erros, mas com a correção dos mesmos.

Se cometemos um erro que custou 10 reais e não aprendemos, pagamos caro; mas se cometemos um erro que custou mil reais e aprendemos, pagamos barato. Nesta paráfrase de uma afirmação do filósofo Shopenhauer, entendemos que não é exatamente com os erros que aprendemos, mas sim com a correção desses erros. 

  Ao iniciarmos um novo projeto não devemos ter medo de errar; aliás, devemos sim errar bastante – e quanto mais cedo errarmos, melhor. Se não deu certo, não tem importância: o aprendizado nos ajudará a recomeçar os projetos já com a expertise incorporada. Se ao longo de um processo não erramos em nada, com certeza é sinal de que também não inovamos. Processos, sistemas e projetos precisam ser corrigidos sempre. Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo disse: “Se a cada dez tentativas errarmos quatro, isto não é errar.”

O medo de arriscar inibi a criatividade e a inovação

O receio de se arriscar, hábito que aprisiona e inibe a criatividade, tem a ver com o julgamento e a culpa, frutos de uma busca de perfeição desnecessária, pois nem sempre os trabalhos empresariais precisam ser perfeitos. Sendo menos rigorosos com o nosso desempenho enfrentamos melhor os desafios e compreendemos que uma bola na trave vale mais do que uma para fora. Bolas na trave indicam que estamos muito perto do ideal e que não podemos nos acomodar. O repartir das tentativas e das correções motiva a todos e os mobiliza na busca do rumo correto. 

Zonas de conforto induzem ao medo de errar e à imobilidade. Por outro lado, não é bom ficar preso aos erros do passado e em lamentações sem fim. Tal atitude só piora a situação. Um dos truques para se livrar dessa culpa é rememorar o erro (pela última vez) criando uma história fictícia, é claro, mas com final feliz para a situação e repeti-la algumas vezes. O erro e a culpa irão embora da nossa mente e estaremos preparados para cometer novos erros e, com certeza, com a capacidade criativa liberada. Ao nos livrarmos do medo dos erros, um novo e brilhante caminho em nossa carreira será aberto. 

Ser publicitário(a): você sabe qual a nossa missão?

A profissão de publicitário mudou radicalmente nas últimas décadas. Mas tá na hora de entender que, em sua essência, nossa missão continua a mesma. Independente da mídia ou ferramenta que está na moda no momento. Você conhece a nossa missão?

A profissão de publicitário, do profissional de comunicação com o mercado,  sofreu transformações radicais nas últimas décadas. Da montagem artesanal de layouts nas décadas de 70 e 80. Passando pelas mudanças nas tecnologias de produção e na proliferação de mídias nas décadas de 90 e 2000. Até a imersão total num mundo digital nesse século. O ferramental e as possibilidades de ações à disposição do publicitário foi evoluindo. 

Hoje temos à disposição o big data, as novas plataformas, as novas mídias sociais, a inteligência artificial e a internet das coisas, entre outras novidades que estão na pauta dos profissionais e nas grades de disciplinas dos cursos de publicidade.

Uma das coisas mais dinâmicas da área da publicidade é que ela reúne pessoas com talentos diferentes em torno de uma mesma causa. Se você gosta do universo audiovisual, ou navega bem nas ferramentas de comunicação, essa área pode te satisfazer.

Se você tem vocação para atividades criativas, ou ainda tem habilidade para organizar projetos fora da caixa, você pode fazer diferença nessa profissão.

Mas você entendeu mesmo a missão do publicitário?

É necessário entender qual o cerne da função do profissional que trabalha com a comunicação com o mercado. Mais importante do que saber lidar nos jobs do dia a dia com a última tecnologia, ou empregar a mídia na moda momento. É preciso deixar claro o que existe por trás, o efeito que queremos promover.

O profissional de comunicação com o mercado tem, em sua essência, a missão de construir marcas e empresas por meio da comunicação. Portanto, o publicitário faz uso de seu talento e recursos para impulsionar os negócios dos clientes.

Mais do que vender produtos no mês ou no ano que vem, estamos falando da construção de marcas para o longo prazo. Apesar de não ser o único fator para o sucesso empresarial, a comunicação com o mercado é necessária no dia a dia de qualquer marca. E pode diferenciar uma empresa de outra. Consequentemente, o publicitário deve torná-la essa comunicação estratégica, organizada, criativa e eficaz.

Não adianta ser craque apenas em uma técnica de comunicação ou entender bem de algumas mídias, e não perceber que, ao fim do dia, o resultado esperado é uma marca do cliente mais forte e bem posicionada.

A visão integrada da comunicação

Outra coisa que não mudou nas últimas décadas foi a seguinte: a necessidade da uma visão integrada das ferramentas de comunicação. Todo ano aparecerão novas ferramentas e plataformas. Acima de tudo, cabe ao publicitário moderno dominar as novidades, sem perder a visão do todo. Uma visão integrada da comunicação. 

A melhor comunicação com o mercado ainda é a que combina múltiplas possibilidades para alcançar o consumidor-alvo. A visão da comunicação integrada ações tradicionais e modernas, digitais e offline. O resultado das ações combinadas é maior do que se estas mesmas ações atuassem separadamente.

Gostar de gente

Por fim, vale dizer que, para trabalhar com publicidade e comunicação, é necessário gostar de gente. Nessa profissão, você vai investir boa parte do tempo tentando entender o consumidor. Mapeando seu comportamento e motivações, e desenvolvendo alternativas e ideias para sensibilizá-lo com mensagens relevantes e de impacto.

Seja bem-vindo ao mundo maravilhoso da comunicação a serviço de marcas e negócios!

Photo by Mark Fletcher-Brown on Unsplash

Evoluindo com o marketing pessoal

O grande desafio do marketing é criar marcas fortes que vão ao encontro das necessidades e desejos dos consumidores. Por essa via, as marcas podem aspirar uma vida longa. Se assim acontece com os produtos e os serviços, da mesma forma acontece com as pessoas. O marketing pessoal tornou-se uma ferramenta estratégica essencial. Útil no processo de se conduzir com sucesso uma marca pessoal no mundo atual em que vivemos.

Na dose certa e de forma planejada, é possível criar e desenvolver uma imagem coerente e consistente. Uma imagem envolta em associações positivas que deem visibilidade necessária para que uma pessoa se transforme em uma referência no seu ambiente vivencial. E que possa fazer parte dos projetos de vida das outras pessoas, e consequentemente das empresas.

Mas identificar nossos pontos mais favoráveis e os menos favoráveis não é tarefa fácil. Quase sempre, achamos que sabemos naquilo em que somos bons ou naquilo em que não somos tão bons e, normalmente, estamos errados.  No entanto, é sobre as nossas forças que o nosso melhor aparece.

Arrogância intelectual causa ignorância incapacitadora

Estar aberto ao feedback de pessoas de confiança, que nos dirigem palavras sem conotações emocionais intensas e pelas quais nutrimos respeito e admiração, é de especial relevância para uma análise das nossas competências emocionais e profissionais. É preciso estar receptivo e permitir-se a efetuar mudanças que sejam realmente relevantes no âmbito pessoal e profissional.

Acima de tudo, é importante é nos concentrarmos nos nossos pontos fortes. E colocá-los onde eles possam produzir bom desempenho e bons resultados e sempre estar atento para aperfeiçoá-los.

Peter Drucker foi muito feliz ao dizer que “ a arrogância intelectual causa ignorância incapacitadora”. Ser brilhante não substitui o saber, ter conhecimento em uma área não significa desprezar o conhecimento em outras áreas.

O marketing pessoal é uma ferramenta legítima para construir marcas pessoais e valorizá-las como ser humano em toda a sua essência.

Autoconhecimento

Ele também está intimamente ligado ao autoconhecimento. Para adquirir este autoconhecimento é preciso ter a capacidade de reconhecer e entender nossas forças e fraquezas, necessidades, valores, ambições, estados de espírito, emoções, motivações, além de seus efeitos nos outros.

É estar aberto a se auto observar, a se auto descrever em detalhes. Para adquirir a compreensão do processo evolutivo através do autoconhecimento.

Quando nos conhecemos bem temos um auto respeito positivo. Não podemos ignorar o processo evolutivo que envolve o autoconhecimento.

Apenas o conhecimento técnico já não determina a ascensão profissional. As empresas preocupam-se com um conjunto de desempenhos, atitudes, comportamentos e qualidade nos relacionamentos quando buscam por talentos no mercado de trabalho. Sendo assim, um dos principais requisitos é a inteligência emocional. O autoconhecimento faz parte dessa inteligência.   

Tenha sempre em conta, de que a competência não é um fator que deve somente gerar resultados. As pessoas que se comprometem a desenvolver suas habilidades pessoais e profissionais através de um marketing pessoal sério e responsável, agregam muito mais valor. A si mesmas e às organizações onde trabalham.

Ousadia e disciplina

A pessoa que aprende a se conhecer e é capaz de sonhar, terá com certeza mais chances e oportunidades de obter o sucesso. Temos que ser movidos por algo que nos permita sermos os condutores da nossa existência, pensarmos por nós mesmos. Fazermos a diferença no mundo através de um propósito genuíno que seja o farol que nos anima, entusiasma e faz crescer.

Portanto, é preciso sair da inércia. Sermos mais ousados e praticar com disciplina, todos os dias, ações voltadas para construir e aperfeiçoar nosso branding pessoal. Ou seja, a imagem que desejamos projetar em tudo o que fazemos, da forma mais ética possível.

Peter Drucker afirma que “para poder gerenciar a si mesmo, é preciso saber quais são seus valores que conduzem a sua vida no momento de fazer as suas escolhas.  Com respeito à ética, as regras são as mesmas para todos”. Peter Drucker chama de teste do espelho. A ética requer que a pessoa se pergunte: “Que espécie de pessoa quero ver ao passar batom (ou me barbear) pela manhã?

Gestão de equipes em tempos de crise

Neste episódio do podcast do Repertório, Eliane Doin conversa com Dirce Conte, consultora de empresas em desenvolvimento humano.

O assunto da conversa é pertinente para o momento: a gestão remota das equipes e o retorno da equipe depois da pandemia. Como o líder da equipe deve orientar os times nesse momento e como proceder no período pós-pandemia.

Segue link para o podcast:

E, link do vídeo:

Resistência às mudanças organizacionais

Neste episódio, Eliane Doin conversa com o professor Ricardo Martins sobre o processo de implementação de projetos e a resistência às mudanças organizacionais.

As pessoas dedicam muita energia ao planejamento mas não pensam muito no planejamento da execução do projeto. E as abordagens envolvidas na implementação podem deixar a desejar, prejudicando os resultados. Dentro dessa etapa de implementação, a conversa dá especial atenção à resistência das pessoas às mudanças que implicam os novos planos e projetos.

O professor Ricardo fornece explicações para essa resistência às mudanças. E discute estratégias para que a implementação seja bem sucedida.

Segue link para ouvir o podcast:

E, segue link do vídeo:

#MUDANÇAS #LIDERANÇA #IMPLEMENTAÇÃO #PROJETOS

Qual é a missão do publicitário?

A profissão de publicitário é uma das mais dinâmicas do mercado. Seja por causa do ferramental e tecnologias sempre em evolução, seja por conta dos talentos e recursos que o profissional precisa renovar constantemente.

Mas você sabe qual a missão do publicitário? O que está por trás do dia a dia corrido e dos jobs? Qual a essência do nosso trabalho? Esse vídeo vem para debater esse tema.

Participe dessa discussão! Por exemplo, comente o post ou o vídeo no youtube com a sua visão da profissão do publicitário. Pois este é um mercado que se move rapidamente e merece nossa atenção. Segue o vídeo sobre o tema:

Já são dezenas de vídeos e textos sobre consumidor, branding e marketing aqui no BLOG!!

Nos últimos vídeos exploramos aspectos importantes da construção do DNA de marca e mais especificamente o slogan: os últimos vídeos descreveram  como avaliar um bom slogan e como criar um slogan memorável.

Outros vídeos abordam o mercado B2B. Sobre a importância da construção de marcas no contexto business to business. E sobre mapear os envolvidos dentro do cliente empresarial para garantir a realização dos negócios.

Um vídeo que ficou famoso no canal foi aquele que explica como avaliar uma campanha de propaganda de forma objetiva e técnica, fugindo de critérios e detalhes irrelevantes.

Tem um vídeo bem objetivo sobre as armadilhas na construção de um posicionamento de marca com base no próprio “umbigo”, por parte de algumas empresas.

Outro vídeo faz uma reflexão sobre a importância ou não de ser top of mind em determinado mercado. E são vários os temas na área de branding. Por exemplo, a definição de sinal e símbolo, e também a diferença entre notoriedade e imagem de marca.

Além disso, um vídeo especial explorou a importância da percepção do consumidor na tomada de decisão. Em adição, discutimos pesquisas recentes que falam do fenômeno Doppelgänger (que destrói marcas!) e sobre os fatores que contribuem para o compartilhamento de vídeos na internet!

Vale a pena dar uma olhada!!!

Quer saber mais sobre o modelo de DNA de Marca?

Existem textos específicos sobre para que serve o modelo de DNA.

Além disso, existem textos sobre os elementos que compõe o modelo de DNA de Marca. E outro sobre os benefícios do DNA de Marca para as empresas.

E ainda sobre o norte fornecido pelo propósito que está presente no modelo de DNA de Marca.

Existe até um case da Apple para ilustrar o modelo. E alguns exemplos de testemunhais de empresas que fizeram o processo.

Em adição, também foram disponibilizados vídeos falando sobre o modelo de DNA de marca, sobre os benefícios do modelo de DNA de marca e do universo semântico que faz parte do modelo, bem como da personalidade da marca e do Storytelling presentes no modelo.

Para o caso de dúvidas, o para conversar conosco sobre como o modelo pode ajudar sua empresa, entre em contato conosco: 
elianedoin@gmail.com

Confira outros conteúdos do Blog:

Outros conteúdos sobre Branding estarão disponíveis semanalmente no blog Repetório Marketing & Talks: https://repertoriotalks.com.br/

Confira nosso vídeo sobre o modelo do DNA de marca, outro sobre a personalidade de marca e outro sobre Comunicação Integrada de Marketing. Da mesma forma, confira os artigos para conhecer melhor o DNA de marca com a descrição de cada elemento desse modelo inovador.

Ainda temos vídeo especial sobre notoriedade e imagem de marca.

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