Pesquisa de Mercado – Informações Estratégicas para a Tomada de Decisões – Parte 2

Nessa segunda parte da conversa sobre Pesquisa de Mercado, Eliane DOIN explorou os Projetos desenvolvidos pela Mirador Pesquisa.

Muita assunto para você aprender na prática como utilizar as informações na tomada de decisões.

Assista ao vídeo no Youtube ou escute o podcast:

Pesquisa de Mercado – Informações Estratégicas para a Tomada de Decisões

Se você quer saber porque uma empresa deve realizar Pesquisa de Mercado e seus benefícios na gestão das empresas, assista ao vídeo com os Diretores da Mirador Pesquisas de Curitiba, Juliana Carvalho e Paulo Nederf.

Na conversa desta semana, Eliane DOIN entrevista os diretores da Mirador pesquisas de Curitiba, Juliana Carvalho e Paulo Nederf. Muitos casos práticos e aprendizados. Assista ao vídeo e compartilhe.

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A Moda de Luxo e Comportamento do Consumidor

O comportamento do consumidor da moda de luxo mudou com a pandemia? Como será o consumo neste segmento tão logo a vida volte à “nova normalidade”?

Marcelo Ramalho entrevista Fernando Godoy, Executivo de Shopping Centers e Eduardo Fugita, Diretor de Operações da TI – Mixed.

Confira o vídeo no youtube ou escute em nosso podcast!

Economia da Oralidade – parte 2

Nesta segunda e última parte da conversa com Jorge Cury Neto, precursor da ciência da Economia da Oralidade, conversamos sobre este tema inovador para que você possa valorizar o quanto a palavra falada influencia na maneira  como vivemos, pois é por meio dela que as pessoas, na maior parte do tempo, se  comunicam com o mundo externo. É através da voz que estabelecemos os nossos pontos de contato. Veja como planejar o Design da voz.

Assista aqui o vídeo no Youtube:

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Qualidade da comunicação organizacional

As organizações precisam investir no desenvolvimento dos seus colaboradores no que diz respeito à qualidade da comunicação inter e intrapessoal, para que seus colaboradores se conectem de forma efetiva e afetiva com seus públicos de interesse.

Assista a conversa com Eunice Maria Nascimento, Nancy Malschitzky e Eliane DOIN.

#repertoriomarketingtalks#comunicação#organizações#empresas

Economia da Oralidade: o poder da palavra falada (parte 1)

Entrevista com Jorge Cury Neto, precursor da ciência da Economia da Oralidade.

Nessa conversa, iremos aprender sobre a importância de ouvir as pessoas de forma consciente, tentando interpretar a estética vocal com que seu interlocutor está proferindo as palavras que está dizendo, para que você tenha uma empatia profunda com seu interlocutor e entenda como ele funciona como pessoa.

Veja mais sobre a entonação e o significado das palavras e a importância do saber escutar assistindo às duas partes do vídeo.

Vídeo entrevista no youtube:

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A função do erro – Arriscar para aprender

Empresas apregoam aos seus funcionários que evitem erros e dão ordens quase sempre ameaçadoras: antes de agir, eles devem analisar com extremo critério todas as possibilidades e relacionar cuidadosamente os prós e os contras; devem investigar todas as alternativas, sendo reflexivos e ponderados, sem se esquecer de usar o caríssimo e complexo software de análise estatística, pois a qualquer deslize o bicho papão da demissão os pegará. Ora, ao cercear as possibilidades de erro, a empresa não inovará nem fará com que suas equipes sejam criativas – a maior exigência do mundo atual – e criará um bando de carneirinhos adeptos ao “Yes, Sir!”. Funcionários podem ser criativos em casa, na rua, com os amigos e com seus hobbies, mas ao bater o cartão ponto deixam de sê-lo. A ordem não se pode errar é a mesma de não se pode ousar, criar e inovar. Quem não está disposto a arriscar não vai ser criativo e inovador nunca.

Este contexto é contraditório, pois ao mesmo tempo em que se prega a necessidade da inovação solicita-se o extremo cuidado na tomada de decisões. É por isso que temos tanta gente com muita capacidade para dizer “não” e pouquíssima com capacidade para dizer “sim”. Hoje, as decisões, quando acontecem, são repartidas em comitês porque ninguém tem a coragem de se arriscar. Com isso emperram-se os processos, perde-se tempo e as oportunidades irão bater à porta da concorrência. Gente criativa não fica em empresa castradora; se ficar será tão infeliz que não vai ajudar em nada.

  Dirigentes precisam entender que produtos campeões nasceram muitas vezes de erros históricos e que foi preciso errar muitas vezes para se chegar a uma solução satisfatória. Não estou fazendo apologia as falhas grosseiras, chulas, advindas da falta de atenção ou do relaxo devem ser punidas. Erros oriundos de iniciativas de se fazer melhor devem ser incentivados. 

Não aprendemos com os erros, mas com a correção dos mesmos.

Se cometemos um erro que custou 10 reais e não aprendemos, pagamos caro; mas se cometemos um erro que custou mil reais e aprendemos, pagamos barato. Nesta paráfrase de uma afirmação do filósofo Shopenhauer, entendemos que não é exatamente com os erros que aprendemos, mas sim com a correção desses erros. 

  Ao iniciarmos um novo projeto não devemos ter medo de errar; aliás, devemos sim errar bastante – e quanto mais cedo errarmos, melhor. Se não deu certo, não tem importância: o aprendizado nos ajudará a recomeçar os projetos já com a expertise incorporada. Se ao longo de um processo não erramos em nada, com certeza é sinal de que também não inovamos. Processos, sistemas e projetos precisam ser corrigidos sempre. Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo disse: “Se a cada dez tentativas errarmos quatro, isto não é errar.”

O medo de arriscar inibi a criatividade e a inovação

O receio de se arriscar, hábito que aprisiona e inibe a criatividade, tem a ver com o julgamento e a culpa, frutos de uma busca de perfeição desnecessária, pois nem sempre os trabalhos empresariais precisam ser perfeitos. Sendo menos rigorosos com o nosso desempenho enfrentamos melhor os desafios e compreendemos que uma bola na trave vale mais do que uma para fora. Bolas na trave indicam que estamos muito perto do ideal e que não podemos nos acomodar. O repartir das tentativas e das correções motiva a todos e os mobiliza na busca do rumo correto. 

Zonas de conforto induzem ao medo de errar e à imobilidade. Por outro lado, não é bom ficar preso aos erros do passado e em lamentações sem fim. Tal atitude só piora a situação. Um dos truques para se livrar dessa culpa é rememorar o erro (pela última vez) criando uma história fictícia, é claro, mas com final feliz para a situação e repeti-la algumas vezes. O erro e a culpa irão embora da nossa mente e estaremos preparados para cometer novos erros e, com certeza, com a capacidade criativa liberada. Ao nos livrarmos do medo dos erros, um novo e brilhante caminho em nossa carreira será aberto. 

Criação de Personas nas Estratégias Digitais

A criação e definição das Personas nas estratégias digitais é um assunto sempre atual. Patricia Gelsleichter, nossa ilustre colaboradora e profissional da área, conversa com Eliane DOIN , trazendo informações sobre como o perfil das personas pode ser desenhado e sua prática nas estratégias digitais.

Assista aqui:

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Confira também em nosso blog o artigo publicado pela Patrícia sobre Insights e Dicas para o marketing Digital em 2021: https://repertoriotalks.com.br/marketing/insights-e-dicas-sobre-o-marketing-digital-em-2021/